FAQ – Frequently Ask Questions (Perguntas Mais Freqüentes)

Pergunta: Posso assistir ao show de fogos do Farol da Barra em qualquer local da festa?

Resposta: Sim. A visualização será ótima em todos os ambientes abertos do Forte São Diogo.

Pergunta: Haverá espaço/ambiente sem música?

Resposta: Sim. No Mirante do Forte não haverá banda ou som mecânico. Porém, pela proximidade, será possível ouvir moderadamente o som do ambiente Espaço Show.

Pergunta: Crianças pagam?

Resposta: Crianças até 3 anos de idade não pagam. Haverá um pequeno espaço recreativo no ambiente Praça do Porto. Todavia será uma festa com som alto e forte barulho dos shows  pirotécnicos. Não aconselhamos levar bebês e crianças pequenas.

Pergunta: Posso comprar o ingresso no local antes de entrar?

Resposta: É altamente desaconselhável. Além do preço mais caro, haverá a possibilidade de ingressos esgotados.

Pergunta: Há estacionamento no local?

Resposta: O Forte São Diogo não dispõe de estacionamento. Aconselhamos ir de táxi, pois além do engarrafamento na região, as vagas nas ruas da Barra estarão muito disputadas.

Pergunta: Posso levar bebida separada?

Resposta: Sim. Sinta-se à vontade para levar seu uísque, vinho, champagne (espumante) ou qualquer outra bebida em especial. Aconselhamos levar também um abridor.

Pergunta: Que roupa devo vestir?

Resposta: Estaremos em pleno verão e o Forte São Diogo tem escadarias, sugerimos roupas e calçados leves e confortáveis.

Pergunta: É obrigatório usar branco?

Resposta: Não. Use a cor que achar melhor. O branco é sempre bem vindo.

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Fique por dentro de “All Inclusive”

All Inclusive Resort foi um modelo introduzido pelo Clube Med, onde o cliente não precisava pagar pelo consumo de comida, refrigerante e algumas bebidas alcoólicas.

A idéia se espalhou e hoje é adotada também em algumas festas.

O Réveillon do Forte 2012 será All Inclusive. Veja o que será oferecido sem custo adicional:

Bebidas: cerveja, refrigerante, água mineral, água de coco, roskas variadas, cachaça mineira e whisky 8 anos.

Comidas: salgados diversos, pães, frios, frutas, espetinhos diversos, acarajé e abará, pizzas, pratos quentes e ainda café da manhã com sucos, bolos, mingaus, etc.

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Conheça a dupla que organiza o Réveillon do Forte.

Vinícius Almeida e Rosa Julina, sócios da Julina Neves Eventos, possuem larga experiência na produção de eventos, principalmente Réveillon. Essa dupla já produziu réveillon no luxuoso Condomínio Parque Interlagos, na Mansão Carlos Costa Pinto, na Praça da Cruz Caída (Belvedere da Sé), na Praia do Buracão, na Praia da Paciência, na Marina Píer Salvador e sete vezes no Forte São Diogo, só com o nome Réveillon do Forte… Ufa!

Mas o que faz toda edição do Réveillon do Forte ser um sucesso? Vinicius dá a receita “É um reveillon caracterizado por muita descontração e alegria, tendo como base um público fiel, que cria um clima de muita amizade e paz. Estes promovem uma divulgação boca-a-boca que resulta em uma seleção natural de pessoas do bem”.

O esforço é grande para que a festa sempre seja um sucesso. Na estimativa de Rosa Julina, cada réveillon demanda mais de 200 horas de trabalho por cada sócio, fora a equipe de colaboradores. Ainda assim, Vinicius diz que consegue se divertir bastante durante o evento “Como temos muitos amigos na festa, e contamos com um nível de organização satisfatório, dá para se divertir trabalhando sem problemas”.

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Porto da Barra

A Barra é um dos bairros mais tradicionais de Salvador. É banhada pelo Oceano Atlântico e pela Baía de Todos os Santos. Preserva em sua paisagem um acervo histórico e arquitetônico valioso para o Brasil, sendo o Farol da Barra um dos ícones mais famosos, ao lado do Forte de Santa Maria e do Forte São Diogo.


Reprodução do cartão postal da coleção privada do Eng. Ubaldo Senna Filho.

No início da colonização do território brasileiro, o Rei D. João III doou a Capitania Hereditária da Baía de Todos os Santos ao donatário Francisco Pereira Coutinho, que se instalou na região em 1534, fundando o Arraial do Pereira. O Arraial localizava-se onde hoje se situa a Ladeira da Barra, com casas para cem moradores. Essas casas seriam encontradas quinze anos depois, em 1549, por Tomé de Sousa. Nas cartas dos jesuítas e nos documentos do governador-geral, essa região foi denominada de Vila Velha.

Foi no atual Porto da Barra, que Tomé de Sousa desembarcou com homens e materiais, fundando a cidade de São Salvador da Bahia de Todos os Santos no século XVI. Na época, a vila já contava com mais de mil habitantes, entre índios e europeus. Após a criação da capital, Vila Velha foi lentamente se esvaziando até desaparecer completamente. Até o século XIX, permaneceu como o subúrbio da cidade. Nas primeiras décadas do século XX, tornou-se um balneário marítimo e após a transformação do Caminho do Conselho na Avenida Sete, iniciou-se o seu processo de consolidação como bairro importante.


Painel alusivo ao desembarque de Tomé de Souza para fundação da cidade do Salvador. Esse painel atual é do português Eduardo Gomes, de 2003. Substituiu o anterior de autoria do pintor, também português, Joaquim Rebucho, datado de 1949.

A praia do Porto da Barra limita-se ao norte pela encosta que é formada pela Ladeira da Barra e pelo Forte São Diogo e ao sul pelo Forte de Santa Maria.

O trecho entre o Forte São Diogo e o Forte de Santa Maria é uma enseada de ondas calmas e água de temperatura agradável, bastante propício ao banho de mar.

No passeio existe uma balaustrada, de onde se tem uma excelente vista da Ilha de Itaparica e pode-se apreciar um belíssimo pôr-do-sol! Não é à toa que todos os finais de tarde o Sol é aplaudido!

Na região do Porto da Barra são facilmente encontrados hotéis, resturantes e bares. Para a compra de artesanato local, existe uma loja do Instituto Mauá, que comercializa as peças confeccionadas por esmerados artesãos.

O Porto da Barra é uma das regiões mais charmosas e encantadoras de Salvador. Não apenas pela sua beleza natural, a praia calma e o Sol acolhedor, mas também pela sua força e vivacidade humana. Podemos dançar ao som da boa música das bandas de forró (ritmo típico do interior nordestino), apreciar os corpos vigorosos no jogo da capoeira, saborear um bom acarajé ou abará preparados pelas famosas baianas. Na praia, o barulho do mar só é interrompido pelo cantar alegre dos vendedores ambulantes, divulgando seus produtos, uma permanência cultural do período da escravidão.

É impossível não ficarmos contagiados com tanta alegria e bom humor, características típicas do caráter baiano.

Texto de Soleni Biscouto Fressato
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Curiosidade sobre o Forte São Diogo

Uma guarita numa fortificação antiga, como a do São Diogo, tinha o papel de proteger o responsável (sentinela) por vigiar o ambiente externo. O espaço exíguo, suficiente apenas para um homem, era para não permitir conversa da sentinela com um outro soldado e assim desviar a atenção do serviço. E não era pintada de branco para não servir de balizamento para os tiros dos inimigos e para melhor ficar disfarçada no período da noite.

O fato é que essa guarita branca que vemos atualmente no Forte São Diogo não é original. Na imagem abaixo, uma reprodução da foto do livro de Edgard Falcão, Fortificações da Bahia, editado em 1942, percebe-se a ausência da guarita, assim como outras modificações.

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Festa do Ano Novo

O Ano Novo é um evento comemorado em várias culturas, celebrando o fim de um ano e o começo do próximo. Também é chamado de Réveillon, termo oriundo do verbo francês réveiller, que significa despertar.

A comemoração ocidental tem origem num decreto do Imperador romano Júlio César, que fixou o 1º de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões, que tinha duas faces – uma voltada para frente e a outra para trás. O mês de janeiro deriva do seu nome.

Porém, a data já era comemorada no Egito Antigo, por volta de 3.750 a.C., pois era o momento em que a estrela Sirius alinhava-se com a estrela Canopus no rumo Sul ao centro da Via-Láctea, sobre as Pirâmides de Gizé.

Com essas origens, o Réveillon é uma festa de natureza profana. Nas sociedades camponesas européias ela integrava as comemorações da chegada do solstício de inverno e de agradecimentos das boas colheitas. No período medieval, a Igreja Católica, procurando coibir os hábitos pagãos, se apropriou dessas comemorações transformando-as em sagradas. Assim, as festas do solstício de verão (em junho) foram transformadas em celebrações para o nascimento de São João e as do solstício de inverno (em dezembro) comemorariam o nascimento de Jesus Cristo. É claro que, apesar das inúmeras formas de coibir os hábitos profanos e pagãos, eles continuaram existindo no interior das festas sagradas. Era a força da cultura popular que resistiu e se adaptou às regras impostas pela Igreja Católica. Um exemplo dessa força de resistência é a festa do Ano Novo, que se mantém nos calendários católicos, não apropriada pelas práticas religiosas, conservando seu caráter essencialmente profano.

Texto de Soleni Biscouto Fressato

Curiosidade – Calendário Chinês

O Calendário Chinês é o mais antigo registro cronológico da humanidade. Por esse calendário, baseado nos ciclos lunares e do sol, o próximo ano só começará, pelo (nosso) Calendário  Gregoriano, no dia 23 de janeiro de 2012.

Pelo Zodíaco Chinês será o Ano do Dragão, o primeiro de um período de 12 anos. O ciclo completo é de 60 anos, que relaciona um animal a um elemento.

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Melhores Momentos do Réveillon do Forte São Diogo 2011

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Armando Macêdo e Geronimo Santana no Réveillon do Forte São Diogo 2011

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Canjas musicais no Réveillon do Forte São Diogo 2011

O músico Tom Tavares deu uma canja maravilhosa com Filipe Nobre e Banda Tubaína Rock. Tom é professor de música da Universidade Federal da Bahia e idealizador da Banda Let It Beatles, que por anos fez muito sucesso em Salvador. A platéia ficou agitada quando eles tocaram (I can’t get no) Satisfaction dos Rolling Stones.

Outra boa canja musical em 2011 foi a de J. Velloso. Compositor de diversas músicas, Jota cantou sozinho e fez dueto com Geronimo em alguns hits.

E sucesso ficou por conta da música “Santo Antônio” num ritmo bem dançante, sob o talento dos integrantes da Banda Mont’ Serrat .

Quase um habitué nas canjas musicais do Réveillon do Forte São Diogo, Armandinho Macêdo, sempre acompanhado de sua guitarra baiana, fez o público pular de animação com os grandes sucessos tocados.

Armandinho Macêdo tocando o hino carnavalesco baiano “Chame Gente”.

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Gerônimo Santana vai agitar o Réveillon do Forte 2011

A partir da meia noite, ou melhor para começar bem o ano 2011, Gerônimo Santana e Banda Mont’ Serrat tocarão no palco principal do Espaço do Show. Nem precisaria escrever apresentando esse consagrado artista baiano mas, para não passar em branco, segue um texto de Jorge Portugal*:

Gerônimo – O Cantador de Promessas

Existem, a meu ver, três categorias de criadores que povoam o universo artístico deste nosso lugar: os artistas na Bahia, os artistas da Bahia e os artistas baianos. Os primeiros, embora grandes e bons criadores, moram no estado (tendo aqui nascido ou não), mas sua arte não tem uma vinculação visceral com o que somos e o “como somos”. Podem até dialogar com o mundo de maneira excepcional, todavia estão sempre distantes das coisas que formam a nossa cultura e nos definem como povo.

Na segunda categoria – artistas da Bahia – o cidadão (ou cidadã) pode até não morar aqui (embora aqui tenha nascido), não respirar o ar e o ritmo do nosso cotidiano, porém, vez por outra, expressa de forma magistral o quanto há de Bahia dentro de si. É uma espécie de poesia adormecida que transborda em cores, palavras e música como a dizer: “por mais distante, o errante navegante, quem jamais te esqueceria…”

Os artistas baianos, por sua vez, são singulares e especiais. Esses não apenas falam da Bahia ou sobre a Bahia. Nesse particularíssimo caso, é a Bahia que fala por eles; através deles. É o caso da santíssima trindade baiana, Caymmi, Jorge Amado e Carybé. É o caso de Gerônimo Santana. Esses artistas são autênticos “cavalos da Bahia”, no sentido mesmo do médium que incorpora o Orixá e apenas empresta seu corpo para as palavras e ações da entidade. Cantam, pintam ou escrevem da forma como ninguém mais está autorizado a fazer. São a própria Bahia encarnada.

É assim que vejo Gerônimo. Desde que o ouvi cantar pela primeira vez na casa de Cristina, no distante 1971, essa impressão nunca saiu de mim. Nunca mais esqueci de Fim de Semana na Bahia, saída da boca daquele menino ainda. Depois vieram Mensageiro da Alegria, Abafabanca, Jubiabá, Lambada de Delícia, e, com a sua alma gêmea musical Vevé Calazans, Abracei o Mar e o hino definitivo da Bahia, É D’Oxum.

Agora, esse Gerônimo pagador de promessas. Cantador de promessas da Escadaria do Paço, fazendo a festa do povo há sete anos, sem se amarrar à energia do dinheiro nem à falsa alegria que precisa de cordas para ir às ruas. Gerônimo faz a festa de largo no Centro Histórico de uma cidade que anda por música. Nas noites de terça da Bahia preta, Gerônimo é uma bênção!

*Jorge Portugal é educador, poeta, referência nacional nos temas redação e língua portuguesa e membro do Conselho Nacional de Política Cultural. Parceiro de artistas como Roberto Mendes, J Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Daniela Mercuri, Margareth Menezes, Tania Alves, Raimundo Sodré, Roberto Mendes, Fafá de Belem, Sandra de Sá, dentre outros.
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